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Sickos sos saúde entenda porque o SUS corre risco de acabar.

6 de mar. de 2014

Nota 10 para o Carnaval 2014 do SOS Nordeste Goiano

A Caravana Ecológica realizou um trabalho assistencial na comunidade Kalunga de Salinas, distante 120 quilômetros do município de Cavalcante GO. Todo o trecho percorrido pela equipe foi em estrada de chão, em boleia de caminhão, levando quatro horas de viagem.
A equipe formada em  Goiânia contou com a coordenação  do Davi Araújo,  a participação de nove estudantes universitários de Gestão Ambiental que largaram a folia para conhecer a realidade ambiental da região, ainda muito preservada. Foi ma equipe de filmagem e um jornalista da Ag. Goiás em Notícias. Da parte município, foi representado pelo secretário municipal de educação, Rosemberg Dias, que deu total apoio ao trabalho e empenhado foi fundamental para o sucesso da ação entre outros servidores. Outros que foram fundamentais foram os médicos cubanos Liban Curbelo e José Miguel Guerra Perez que também abdicaram de conhecer e curtir o carnaval no município para prestimosamente atender pessoas kalungas isoladas voluntariamente, pois estavam de folga. Também acompanhou enfermeiras Racy e Betinha e as professoras coordenadoras  Gessélia e Josenite, também de maneira voluntária dispensaram o momento de festa para fazer a diferença na vida daquelas pessoas a comunidade.
A base do programa foi a escola Congonhas, as margens do rio Paranã, uma região de difícil acesso, sem energia e outros benefícios básico que uma cidade oferece. Os voluntários, médicos, enfermeiros, professores, jornalistas, estudantes e mesmo o secretário estiveram acampados nas dependências da escola.
 Foram mais de 100 atendimentos médicos, com orientações, encaminhamentos e entrega de medicamentos para as enfermidades mais comuns. O coordenador da Caravana falou sobre questões ambientais, os professores sobre questões de educação, os universitários realizaram brincadeiras e distribuíram brinquedos para as crianças.
Foram momentos importantes e inesquecíveis, pois havia  muito tempo que médicos estiveram na comunidade e as crianças ficaram muito alegres com brinquedos e doações.

De acordo com Davi Araújo, futuramente estarão levando técnicos e estudantes para ensinar aos kalungas projetos  de horta comunitária e galinheiros. As necessidades mais emergenciais para a região são energia elétrica, poços artesianos (mesmo que comunitários), posto de saúde, visita de um médico a cada 15 dias (pelo menos) e um veículo traçado para emergências. 
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