Primeiramente parabéns para TV Record por enviar a equipe com Hebert Morais e Fábio Oliveira para cobrir o conflito na líbia que já está nos afetando em relação ao consumo de combustível. Sabemos das notícias com mais isenção e instantaneidade. Os mercenários de Gaddafi deixam armadilhas cruéis.
Podemos notar no vídeo abaixo que os mercenários de Gaddafi, ainda presidente ditador da Líbia, estão deixando armadilhas com explosivos para trás. Vejam na reportagem abaixo que um jovem chuta um lança foguetes.
Essa tática suja e cruel, até onde conheço, foi utilizada inicialmente na Segunda Guerra Mundial pelos nazistas. Não sei de relatos anteriores. Eles deixavam granadas e explosivos com detonadores para que a pessoa (provavelmente um soldado) apanhasse o objeto e causasse uma explosão, morrendo e matando outros que estivessem por perto.
Assim também foi utilizado na Guerra do Vietnã, os soldados pegavam ou chutavam alguma coisa e havia uma explosão. Existem vários filmes que retratam essa tática cruel e perversa.
Perversa porque as armadilhas, muitas vezes ficam nos lugares, e depois civic e muitas vezes crianças pegam a acionam os explosivos. Esse tipo de armadilha não escolhe a vítima, morre quem cair por curiosidade ou inocência.
No Brasil seria como aquela armadilha da caixa de papelão colocada numa calçada qualquer, com um paralelepípedo dentro, esperando que algum incauto chute a caixa e até ganhe uma fratura no pé. Pura maldade.
No vídeo dessa matéria da Rede Record o que chama a atenção é o jovem que chuta um lançador de morteiros, despretensiosamente deixado na areia, quando explode. E se fosse uma criança a chutar, acompanhada de outras? Veja a imagem.

